China promove MMA de robôs humanoides

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Uma cena inusitada marcou a primeira edição de um torneio de luta entre robôs humanoides realizado na China. Durante um dos combates, um robô conhecido como “Águia Branca” acertou um chute no adversário “Matador”, arrancando completamente sua cabeça diante do público presente. Assista ao fim da reportagem.

O incidente aconteceu na quinta-feira (16), durante o URKL (Ultimate Robot Knockout Legend, ou “Lenda do Nocaute Definitivo de Robôs”), competição promovida pela empresa chinesa EngineAI na cidade de Shenzhen.

Apesar do impacto da cena, o robô atingido continuou funcionando por alguns instantes. Segundo os organizadores, isso foi possível porque seus principais sistemas eletrônicos estão instalados na região do tronco, e não na cabeça. O episódio foi apresentado como uma demonstração da resistência estrutural e da capacidade de suportar danos durante combates de alta intensidade.

O torneio reuniu 32 equipes de diferentes países, todas utilizando o mesmo modelo de robô, o EngineAI T800. O equipamento mede aproximadamente 1,73 metro de altura e foi desenvolvido para executar movimentos complexos, incluindo chutes giratórios, recuperação rápida após quedas e técnicas de combate semelhantes às utilizadas por lutadores humanos.

De acordo com a organização, a competição distribui uma premiação total de 10 milhões de yuans, valor equivalente a cerca de US$ 1,48 milhão.

A EngineAI informou que o T800 foi projetado com sistemas avançados de equilíbrio corporal, percepção dinâmica do ambiente e absorção de impactos, características consideradas essenciais para disputas de alto nível entre robôs humanoides.

Segundo Zhao Tongyang, fundador e diretor-executivo da empresa, o campeonato vai além do entretenimento e faz parte de um projeto para impulsionar o desenvolvimento da robótica.

De acordo com o executivo, o objetivo é transformar a competição em uma referência mundial para o segmento de robôs de combate, além de acelerar pesquisas e aplicações industriais da tecnologia.

Tongyang afirmou ainda que os confrontos servem como ambiente de testes para sistemas de inteligência artificial e engenharia mecânica, permitindo validar recursos como equilíbrio estrutural, tomada de decisões em frações de segundo e integração entre diferentes sensores responsáveis pelos movimentos dos robôs. E mais: GloboNews critica novas punições de Moraes a Bolsonaro. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução; Fonte: Poder360)

 

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