Ministério da Economia: Brasil foi um dos países com mais melhora fiscal de 2018 a 2021

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Os resultados das contas públicas de 2021 comprovam que a política de consolidação fiscal e os esforços de combate à pandemia foram equilibrados. É o que aponta a Nota Informativa divulgada nesta terça-feira (1) pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. “O Brasil foi um dos países que mais teve melhora fiscal de 2018 a 2021”, destaca o subsecretário de Política Macroeconômica da SPE, Fausto Vieira.

A nota cita que “o Brasil é o segundo país, entre os 50 países com maior Produto Interno Bruto (PIB), com o melhor resultado primário em 2021 e com a segunda maior variação incremental quando comparado ao valor de 2018”. Essa conclusão leva em conta dados divulgados pelo Banco Central.

Se for considerado o resultado nominal nesse mesmo período de comparação, o Brasil sai da penúltima posição (49ª), em 2020, para a 26ª, em 2021 – conforme dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). A SPE lembra que muitas economias não retornaram aos patamares pré-crise na mesma velocidade que o Brasil, em termos de resultado primário.
Outro indicador positivo pontuado pelo documento refere-se à Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), que encerrou 2021 em 80% do PIB – bem abaixo das projeções de mercado do início do ano passado.

Diante desse cenário, a SPE salienta que, “de concreto e objetivo, tem-se um quadro fiscal extremamente positivo no Brasil diante das expectativas que se formavam no início de 2020 e dos desafios impostos pela crise sanitária global e seus desdobramentos socioeconômicos”.

O principal fator para a melhora no resultado do governo geral foi o ajuste de despesas, com efeito significativamente maior que o aumento de receitas, explica a SPE. Na questão dos gastos, a posição do Brasil entre as 20 maiores economias mundiais vem melhorando gradativamente, com ganho de uma posição a cada ano desde 2019. “Fizemos um ajuste fiscal muito grande em 2021 e esse ajuste tem sido feito pelo lado das despesas”, explica o subsecretário Fausto Vieira.

Em percentual do PIB, o resultado primário de 2021 foi melhor do que de anos pré-pandemia, além de representar um dos maiores ganhos fiscais na comparação com 2020 dentre as maiores economias do mundo, ressalta a SPE.

Já o resultado consolidado de todo o setor público alcançou superávit de R$ 64,727 bilhões em 2021, conforme anunciado nesta segunda-feira (31/1) pelo Banco Central. É o melhor valor anual para o resultado primário consolidado desde 2013, quando foi apurado superávit de R$ 91,306 bilhões.

Clique aqui para ver a nota da Secretaria.

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Fontes: Gov.BR; site do ministério

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